O que atrapalha a jornada ESG? 8 erros que sua empresa pode evitar

Seria ótimo ter um roteiro pronto para implementar práticas sustentáveis, certo? A verdade é que a jornada ESG depende de vários fatores, cada empresa tem sua estrutura, sua realidade e seus próprios desafios. Mas esse processo não precisa ser um quebra-cabeça. 

Existem, sim, caminhos claros para quem quer ser mais responsável com o meio ambiente e com a sociedade.

Além do compromisso ético, seguir essa direção traz retornos concretos: melhora a reputação, fortalece a marca, ajuda na retenção de talentos e ainda aumenta o valor de mercado. Não é só discurso. Um estudo publicado na revista Heliyon comprova que empresas que adotam práticas ESG têm, de fato, maior valorização no mercado. Sustentabilidade, além de ser uma escolha correta, é também uma decisão estratégica.

Para começar, é preciso visão de longo prazo, consistência e estratégia. E atenção: alguns erros são muito comuns nessa jornada e podem comprometer tanto os resultados quanto a reputação — greenwashing é um risco real. 

A Waterloo Brasil trabalha há mais de 25 anos acompanhando empresas em suas jornadas de cuidar melhor do nosso meio-ambiente. E podemos dizer que existem deslizes frequentes nessa jornada. 

1. Tratar sustentabilidade como ação pontual

Sustentabilidade não é uma campanha de fim de ano, nem um selo para colocar no site. É uma transformação estrutural que precisa estar presente na estratégia, nas operações e na cultura da empresa. Quando tratada como algo isolado, o impacto é superficial e rapidamente percebido como oportunismo.

2. Ficar só no discurso (Greenwashing)

Prometer muito e fazer pouco. Esse é o risco do greenwashing, quando empresas tentam parecer sustentáveis sem, de fato, incorporar práticas reais. Além de ineficaz, essa postura compromete seriamente a credibilidade da organização no mercado e na sociedade.

3. Deixar a liderança de fora

Nenhuma transformação acontece se a alta liderança não estiver comprometida. Sustentabilidade precisa ser exemplo que vem de cima. Quando CEOs, diretores e gestores se engajam, o tema deixa de ser secundário e passa a fazer parte da tomada de decisão.

4. Não medir impacto

Sem dados, não há gestão. E sem gestão, não há evolução. Empresas que não criam indicadores para acompanhar sua performance ESG acabam navegando no escuro. Medir é essencial para entender onde estão, onde querem chegar e quais ajustes precisam ser feitos no caminho.

5. Querer resolver tudo de uma vez

Sustentabilidade não é uma corrida de 100 metros, é uma maratona. Quem tenta abraçar tudo ao mesmo tempo, geralmente se perde, se frustra e desiste. O caminho mais inteligente é priorizar, criar um plano de ação consistente e ir avançando de forma estruturada.

6. Ignorar quem faz o negócio acontecer

Colaboradores, fornecedores, parceiros e comunidades são peças-chave na construção de qualquer agenda ESG. Quando ficam de fora do processo, perde-se uma fonte rica de ideias, percepções e soluções. Incluir todos não é apenas justo, é estratégico.

7. Esquecer das obrigações legais

Antes de mirar em metas grandiosas, é preciso garantir o básico: estar em conformidade com a legislação ambiental e social e garantir que seus fornecedores também estejam. Ignorar essa etapa torna qualquer avanço vulnerável e coloca o negócio em risco de sanções, multas e problemas reputacionais.

8. Achar que pode fazer tudo sozinho

Sustentabilidade é complexa, técnica e multidisciplinar. Tentar resolver tudo sem apoio pode custar tempo, dinheiro e gerar decisões equivocadas. Contar com especialistas ajuda a transformar boas intenções em resultados concretos, evitando armadilhas comuns no caminho.

Sustentabilidade é caminho sem volta que pode, e deve, ser trilhado com inteligência e estratégia.

Se a sua organização quer construir uma jornada ESG consistente, saiba que é possível fazer isso de forma estratégica, planejada e alinhada à sua realidade.

A Waterloo Brasil apoia empresas em todas as etapas desse processo, desde a regularização ambiental até o desenvolvimento de estratégias robustas em ESG, sempre com soluções personalizadas, práticas e efetivas.

Confira nossos serviços.

Estudo de
Viabilidade Ambiental

O estudo de viabilidade ambiental é uma atividade em que a Waterloo avalia o imóvel e verifica se há possibilidade de empreender no mesmo e quais são as restrições que poderão ser impostas ao empreendimento. Como resultado é elaborado um relatório com mapas indicando as restrições as quais o imóvel estará exposto e uma sobreposição do empreendimento à estas restrições.

+ de 150
processos executados

Objetivo:

O estudo de viabilidade ambiental inclui o levantamento das peculiaridades ambientais de uma área onde há a intenção de implantar uma atividade empresarial, de forma a avaliar a capacidade de suporte do meio ambiente em acolher o empreendimento proposto.​

Licenciamento
Ambiental

Para a operação de uma empresa são necessários diversos estudos como o Relatório Ambiental Simplificado (RAS), Relatório de Impacto na Vizinhança (RIV), Estudo de Impacto Ambiental – Relatório de Impacto ao Meio Ambiente (EIA/RIMA), Memorial de Caracterização (MCE) entre outros. A Waterloo está capacitada para elaborar dos licenciamentos mais simplificados aos mais complexos para garantir a operação da empresa.

+ de 500
licenças administradas

Escopo:
 RIV
 PRAD
RADA
EIA RIMA
Monitoramento de fauna
Plano básico ambiental (PBA)
Plano de gerenciamento de resíduos sólidos (PGRS)
Relatório de  atendimento a condicionantes
RCA – Relatório de Controle Ambiental
RAMA – Relatório, acompanhamento e monitoramento ambiental
RTGA – Relatório técnico de garantia ambiental
PAE – Plano de atendimento à emergência

Gestão
de Licenças

A Waterloo possui uma equipe qualificada para realizar o acompanhamento do licenciamento da empresa. Esta equipe realiza o acompanhamento da validade das mesmas e o processo de renovação. Quando solicitado pelo cliente esta equipe também está preparada para acompanhar as condicionantes e preparar os relatórios necessários para os órgãos competentes.

+ de 500
licenças administradas

Escopo: 
Licenças Ambientais (LP, LI e LO)
IBAMA (CadastrosTaxas e RAPP)
Resíduos (CADRI, Inventários, , SINIR, SIGOR, )
Cadastros junto a Polícia Civil,  Federal e o exército
Outorgas e  Alvarás
AVCB
Conselho de Classe, entre outros.

Desativação de Unidades Industriais

O Estado de São Paulo, bem como alguns outros estados, exige que no encerramento das atividades a empresa elabore um plano de desativação e um posterior relatórios de desativação.

O objetivo do plano é definir a destinação que será dada a todos os equipamentos, materiais, produtos químicos, resíduos e estruturas do imóvel.

Após a desativação efetiva da empresa deverá ser elaborado um relatório de desativação informando se as ações do plano foram implantadas ou se houveram modificações.

Nesta fase pode ser necessária também a execução de uma avaliação preliminar e investigação confirmatória com o objetivo de demonstrar se as atividades da empresa alteraram a qualidade ambiental do local ou não.

+ de 50
projetos

Escopo: 
Plano de Encerramento e Desativação
Acompanhamento da Desativação
Relatório de Desativação
Obtenção do Termo de Encerramento

2nd
Opinion

Estes trabalhos têm como objetivo revisar relatórios e estudos elaborados por outras consultorias e a emissão de um parecer técnico sobre o atendimento dos mesmos à legislação vigente. Estes trabalhos também podem identificar etapas novas que possam ser necessárias para a execução em uma área para sua mudança de uso i.e..

+ de 80
processos executados

Objetivo:
Revisão e avaliação de documentação e relatórios ambientais 

Escopo:​
 Revisão de relatórios ambientais e Pareceres técnicos

Elaboração de informe técnico contendo a validação dos estudos anteriores já executados e um resumo das recomendações para as etapas posteriores

Estimativas de custos para próximas etapas, e elaboração de matriz de risco

Monitoramento para
Encerramento

Esta atividade tem como objetivo monitorar o local, após avaliação de risco ou implantação do plano de intervenção, com a finalidade de verificar que as plumas identificadas se mantêm estável ou estão diminuindo e não vem a causar mais risco para as pessoas que convivem na área de interesse.

+ de 500
processos executados

Objetivo:
Coletar de dados, estudar e acompanhar continuamente das variáveis ambientais, identificar e avaliar – qualitativa e quantitativamente – as condições dos recursos naturais em um determinado momento, assim como as tendências ao longo do tempo que para adicionar texto.

Remediação
Ambiental

implantação de técnicas para a remoção da massa de contaminantes do local. A Waterloo está preparada para implantação de diversos tipos de técnica de remediação como extração multifásica, injeção de agentes oxidantes, injeção de agentes redutores, implantação de termal entre outras técnicas.

+ de 60
projetos

Tecnologias:

in situ:
Pump&Treat
 AS/SVE
MPE/DPE
Oxidacão quimica
Remediação termal
Eletrocinese/oxidação
Biorremediação/Atenuação Natural
Barreira hidrauica​​

ex situ:
Escavação/destinação final/célula de aterro
Acompanhamento/fundo de cava
Gerenciamento

Plano de
Intervenção

É um documento onde são definidas as medidas de engenharia, institucionais e de remediação que deverão ser implantadas para que as pessoas que convivem em uma área contaminada tenham o risco da mesma ser controlado para um uso seguro do local.

+ de 100
processos executados

Objetivo:
Determinar as ações para recuperação do local contaminado

Escopo​:
 Descrição do risco 
 Descrição conceitual das medidas de intervenção propostas
 Análise de viabilidade de implantação das alternativas selecionadas
 Relatório de Acompanhamento do Plano de Intervenção
 Obtenção de Parecer Técnico para Uso Seguro da Área
 Obtenção do Termo de Reabilitação para Uso Declarado

Modelagem
Matemática

É o modelamento matemático da pluma, identificada na etapa de investigação detalhada, com o objetivo de avaliar o caminhamento futuro (5, 10, 15, 20 anos ou mais) da pluma e quais locais a mesma poderá atingir.

+ de 20
projetos

Fluxo de Água Subterrânea
 Transporte de contaminantes​
Atenuação Natural​
Gerenciamento de Recursos Hídricos​
Sistemas de Informação Geográfica​
Zoneamento Hidrogeológico

Avaliação de
Risco à Saúde Humana

Modelo matemático por onde é possível estimar se a contaminação existente na área poderá, potencialmente, causar um risco às pessoas (receptores) que trabalham e/ou residem na área.

+ de 150
processos executados

Objetivo: 
Determinar se existe risco à saúde da população exposta aos contaminantes provenientes de áreas contaminadas, acima do nível de risco estabelecido como aceitável.​​

Escopo: 
 Manipulação e consolidação de dados 
Avaliação da exposição e Análise toxicológica
Quantificação de risco, análise da sensibilidade
Cálculo das metas de remediação
Propostas de intervenção ou gerenciamento de risco

Investigação
Detalhada

Processo pelo qual, através de uma investigação direta de solo, água subterrânea e/ou vapor, se define a extensão de uma contaminação.

+ de 300
processos executados

Objetivo:
Avaliar detalhadamente as características da fonte de contaminação e dos meios afetados, determinando os tipos de contami­nantes e suas concentrações, bem como a área e o volume das plumas de contaminação, e sua dinâmica de propagação.

Escopo:
› Intrusão de vapores
Amostragem multi incremento
› Amostragem passiva
› Alta resolução (MPI)
› Cromatógrafo de campo
DPWS: Direct Push Water Sampling
› PCB in situ

Avaliação
Preliminar

Análise das práticas realizadas no imóvel e das atividades executadas no mesmo que possam ter causado uma contaminação. Este processo tem como resultado a identificação de Áreas Fontes que tenham a suspeita de uma contaminação.

+ de 200
processos executados

Objetivo:
Avaliar a àrea com base nas informações históricas disponíveis e inspeção do local, visando encontrar evidências, indícios ou fatos que permitam suspeitar da existência de contaminação na área;

Escopo:
Revisão de documentos;
Caracterização detalhada da atividade da propriedade/empresa;
Avaliação do histórico de uso da propriedade e operações
Avaliação visual dos usos do solo
Interpretação e avaliação de fotografias aéreas temporais
Recomendação quanto à necessidade de ações adicionais para mitigação e/ou eliminação do passivo e condução de novas investigações caso necessário.

Investigação
Confirmatória

Esta é uma investigação direta ou indireta das áreas fontes para confirmar ou não a existência de contaminação no imóvel.

+ de 300
processos executados

Objetivo:
Confirmar ou não a existência de contaminantes e avaliar a geologia local.

Escopo:
› Intrusão de vapores
› 
Amostragem multi incremento
› Amostragem passiva
› Alta resolução (MPI)
› Cromatógrafo de campo
DPWS: Direct Push Water Sampling
› PCB in situ